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domingo, 9 de novembro de 2008

Ðลиΐєlล



Menina dos olhos verdes
!!!
lembro cá das vezes que te via arredia na fila do lanche,naquele colégio onde tantas coisas boas nos tomam de encontro. Entre um momento e outro, um riso, um abraço, briguinhas, chateações e muita cumplicidade, conquistamos uma amizade tenra, bonita, poética e verdadeira. Passamos por muitos conflitos, muitos problemas, mas atravessamos tudo isso juntos, de mãos dadas, não sucumbimos, foi lindo, é lindo!!!
Minha irmanzinha!!! minha menininha que amo, me preocupo, quero muito bem..que nesta vida, por diversas idas quase nos desencontramos, mas ainda seguiremos próximos, presentes!!! é so eu fechar meus olhos que me vem a mente aqule teu sorriso largo e propositivo.
Assim criança, deixo algumas palavras para que se lembre desse rapazinho que cá está, a sua espera, para continuar nossos momentos, nossas conversas intermináveis, recobrar os abraços e dançar por essas ruas, fingir nossa loucura e nos entregar as paixões que é poder viver! Te amo amiga!


Escrevi há tempos, estamos distantes mas não consigo entender bem o motivo. Mas sinto saudades, e muitas.

sábado, 8 de novembro de 2008

Sexta, chuva pertinente


Na manhãzinha, a lembrança de muitas possibilidades a noite.


Em Goiânia, uma companhia de teatro gaúcha apresenta o espetáculo "Larvário".


Uma experiência bacana, desconcertante e deveras prazerosa.


A chuva embelezou os caminhos na saída do espetáculo, e as conversas, risos e a entrada em um lugar inédito contribuiu para uma poesia que não se prende ao papel.


sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Cores...Café com leite ( de soja por favor)


No findar da tarde, quase enlouqueci. Havia passado parte do dia escrevendo um pré-projeto para a disciplina de Pesquisa de Opinião e Mercado. Enviei o email para o grupo, enfim, quando abri a mensagem o arquivo anexada não era o do trabalho. Desespero, preguiça de refazer, mas agora de manhã vi o arquivo no desktop, UFA!!

Lucas, com suas agradáveis sugestões, presenteou-me com um show das "Chicas". Ouvir quereres com uma batida de percurssão foi contagiante.
Antes, fomos na mostra de Direitos Humanos, deparei-me com a beleza arrancada a força de Brasília ( não gosto mesmo da capital federal). Entre cores e navalhas é o aceno para os múltiplos arranjos afetivos. A prova da fluidez e instabilidade que nos possibilita ir além. Fujamos das identidades, ou as esvazie. Nada de rigidez, estagnação.

Revi café com leite, outra história bela e bem conduzida, com uma certa normatização, mas empolgante.
Não quero comentar a cerca da euforia da platéia, tão pouco das violências simbólicas que tivemos que suportar. Tenho plena certeza, que aqueles jovens exaltados não serão os mesmos após tanto amor dissidente na tela.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008


Marcelo Camelo - Janta
Eu quis te conhecer mas tenho que aceitar
Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
Pode ser cruel a eternidade
Eu ando em frente por sentir vontade

Eu quis te convencer mas chega de insistir
Caberá ao nosso amor o que há de vir
Pode ser a eternidade má
Caminho em frente pra sentir saudade

Clipes e lápis de cor na minha cama
Todos pensam que estou triste
Vou passear nas melodias e abelhas e pássaros
Ouvirá minhas palavras?
Estaremos nós dois e você e eles juntos?
Eu posso esquecer de mim mesmo
Tentando ser todos os outros
Eu sinto que podemos ir embora
Me delicie hoje
Eu te deixo ficar se você se render

Eu quis te conhecer mas tenho que aceitar
Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
Pode ser a eternidade má
Eu ando em frente por sentir vontade

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Vincent



O que aconteceu ontem ficaria muito bem preso em uma prosa, ou algo que o valha. Não sei se estou disposto a escrever tanto, procurar detalhes e enfeitar palavras. O fato é que na cabeça a primeira terça feira de novembro do ano corrente nunca mais será perdida.

Fugi do Campus Samambaia como fujo de mensagem cristã. A manhã foi mentirosa, estava quase fresca e um tanto úmida, mais uma dissimulação desta capital. O sol e a secura vieram abraçados para tornar mais um dia de trabalho difícil e enlouquecedor.


Entre os muitos prédios " legos" de Goiânia, e a predominância de carros nas ruas, em detrimento de pedestres, lembrei do aconchego do bosque dos buritis: Pronto, vou deitar preguiçosamente na grama, ler um livro e receber gotículas remanscentes do chafariz.
Doce ilusão, o chafariz estava desligado.

Fiquei indignado, mas cedi, enguli a angústia com as partículas sólidas suspensas no ar.
As coisas estavam bonitas, silenciosas.

Do meu lado, com uma denunciante indumentária de "europeu que veio admirar a pobreza", um senhor esbaçou em um português pré-fabricado: "pra---praça ciuvica", ahh, sim, é bem próximo daqui. Ele não entendeu muito bem, mas sorriu.
Aquele senhor deixou-me incomodado, senti uma necessidade incomum de lhe falar. Perguntei de onde era: " não falo português", ué, claro que fala, isso é português!

Insistimos no diálogo, tentamos em espanhol, estabelecemos trocas de informações. Vincent veio do sul da França, está aqui há um mês, conhece Brasília, Abadiânia ( será que veio pelo Césio?!), e está em uma busca espiritual. Um dia relevante, sufocos, incertezas e o medo de ocupar um lugar que parece tão distante. Obrigado por este dia.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Allan


Amigo, saudades muitas de ti... é estranho ficarmos meses sem nos falarmos, uma conversa ou outra pelo msn. Mas sei que quando estivermos próximos, todo o vigor, beleza e a intensidade de nossos laços serão os mesmos! és demasiado especial. Saudades

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Daqui...onde?


Estou a concluir uma pesquisa para a disciplina de Comportamento do Consumidor, ministrada pela profª Maria Luiza.
Trata-se do jornal popular e de formato tablóide " Daqui".
Confesso que já fui tendo certeza das respostas que encontraria, contudo fui surpreendido. Seria o jornal " Páginas de sangue" algo que é feito pelo desejo do consumidor? Ou talvez a escassez de informação, e a transformação desta em mercadoria deixam essas pessoas alijadas do processo. Portar aquele jornal confere status, posso arriscar se tratar de um mecanismo de cidadania.

Não quero julgar o teor das informações e as constantes escatologias veiculdas naquele jornal. Vislumbro uma questão: o que é ser cidadã/o em uma capital como Goiânia? A cidade é representada em suas potencialidades informacionais pelos veiculos que temos (in)disponíveis?

Fiquei intrigado, comovido e me envolvi com as narrativas de meus interlocutores.