A apresentação do seminário na disciplina de História da Arte foi um pouco tensa, especialmente por eu ter tido que chamar atenção dos colegas pelo nível insuportável de ruídos.
Dóris assistiu, gostou. Alguns colegas comentaram, elogiaram. Mas o que me preocupa é a apatia generalizada que toma os estudantes, em especial os de comunicação. Parece que nada é capaz de despertar o interesse, provocar uma discussão. Estão ali vendo a vida passar, no desencanto.
Passamos o documentário Gilete Azul, falamos de arte contemporânea, dos embreantes. Ao fim uma boa conversa sobre arte urbana.
Não conhecia Mariana Aydar tão intimamente, mas após o show de sábado, em companhia tão agradável difícil esquecer das canções, em especial uma.
Zé do Caroço, música de Lecy Brandão despertou muitas inquietações, idéias... quem sabe essa sementinha não brote daqui uns dois anos.
"E na hora que a televisão brasileira Distrai toda gente com a sua novela É que o Zé bota a boca no mundo Ele faz um discurso profundo Ele quer ver o bem da favela"