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sábado, 11 de julho de 2009

domingo, 5 de julho de 2009

Despedida



Ontem foi uma noite de despedida...


na verdade um ritual de afastamento geográfico..pois não tão cedo nos despediremos de Bruna, está pessoa incrivelmente interessante, que ao longo de dois anos pude acompanhar, ora mais distante e como nesses últimos meses de forma intensa.


Ela vai ao Tocantins, dar início a sua carreira no serviço público federal. Uma jovem professara, mestra...que sei que pelas idas e vindas trocaremos muitas palavras ternas, abraços, idéias.


Encontrei com Osmar. Saímos, nos divertimos muito...


Momentos deliciosos.


Linda.

sábado, 4 de julho de 2009

Aguarraz

Proposta de Intervenção visual da Facomb, por Lucas Marquês

É bem isso que vai embalar muitos trajetos na minha mente, campus marista, campus centro...


Bem Mais Leve


Mesmo sem saber o que virá depois

Calada, lembro do que houve entre nós dois

Me encontro sentada no quarto, e você não vem


Ah como era doce ver você chegar

Fazendo o dia inteiro mudar de lugar

Com seu jeito de quem não quer perturbar

Mas quer a própria confusão que me tirava do ar

Agora eu só te encontro aqui nessa canção

Louca pela vida canta com emoção

Triste e bonita como ninguém mais


Agora eu só te toco aqui nessa canção

Parte da minha vida canta com emoção

Linda me ensina a continuar...


Vou insistindo em não pirar de vez

É o que há de melhor em mim e o q me faz crescer

Não há ninguém no mundo inteiro capaz de dizer

O que eu posso,o que eu não posso

o q eu devo fazer...


O que q há de positivo depois que acabou

Saber o que foi desperdício

O que o ficou de bom

Você se foi pelo caminho

Te desejo amor, seja feliz por que daqui pra frente eu sei que vou...


Agora eu só te encontro aqui nessa canção

Louca pela vida canta com emoção

Triste e bonita como ninguém mais...


Agora eu só te toco aqui nessa canção

Parte da minha vida canta com emoção

Linda me ensina a continuar... oh life...


Mesmo sem saber o q virá depois

Calada, lembro do que houve entre nós dois

Encontro um bom motivo em minha voz

Para não te ver mais


Eu abro aquele vinho que ficou guardado

Eu ponho aquele disco do verão passado

E já não estou ligando se você ligar

Pq agora bem mais leve, eu não vou te escutar...

Não



Não, eu não vou para Trindade.


Não, eu não quero comer frango temperado.


Aceito o copo de cerveja...


e um tanto mais do que se possa dizer.


Pequenas loucuras, desse corpo.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Quinta



Não sei mesmo como explicar a noite de ontem!


Foi incrível, engraçada...almodovariana.


Dóris e eu somos impossíveis juntos, mas certas cenas mereceriam descrições primorosas, mas o decoro não me permite.


Uma certa dança de beat it, os diálogos, as proposições. Eu estava determinado a estudar, mas a atmosfera, os devaneios e a insistência da globo news na morte de um cantor não permtiram.


Vou transcrever duas frases incrivéis, uma por Luz Marina: "Ele é uma passiva".

Outra do Dóris: "Deixa eu ser uma vagabunda em paz".


Agora, o contexto em que foram ditas...aí deixo por conta de vossos pensamentos.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

17 de março, 2008



Lembranças de uma viagem intensa. Pessoas que possibilitaram um olhar dilatado, nos caminhos que seguiremos e o muito de nós que compõem um novo.

Letra da música que embalou o caminho, no transbrasiliana. Desconforto, intermináveis horas de estrada e o aniversário no meio do Maranhão:

Zera a Reza

Vela leva a seta tesa
Rema na maré
Rima mira a terça certa
E zera a reza

Zera a reza, meu amor
Canta o pagode do nosso viver
Que a gente pode entre dor e prazer
Pagar pra ver o que pode
E o que não pode ser
A pureza desse amor
Espalha espelhos pelo carnaval
E cada cara e corpo é desigual
Sabe o que é bom e o que é mau
Chão é céu
E é seu e meu
E eu sou quem não morre nunca

Vela leva a seta tesa
Rema na maré
Rima mira a terça certa
E zera a reza

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Eram outros escritos



Comecei buscando no google algo para postar.
Talvez pela voz de uma escritora, alguma genialidade incontida, traduziria aqui este "sentir".

Percebi, então, que o melhor são as palavras que arranho.
Ouso, insisto, finjo.
O bom é caminhar ao lado de alguém, conversar de trivialidades, cotidiano e nos pegar em um adensamento da prosa.

Então a chama volta. Este mesmo calor, não o fogo roubado no mito grego, mas esse combustível que nos impulsiona a viver reacende.
Não que os motivos da vida se esgotem nas frustrações esperadas, previsíveis. Mas a contradição é na convivência em si, que nos escraviza e aborta qualquer projeto de solidão deliberada.


Dai, após tanto ruminar, caio na mesma pergunta.
Então é isso? É o consumo de um corpo, uma rapidinha? Este gozar compulsório, mecânico e coreografado é tão necessário? Inescapável.

O que somos aos outros? Entraves, obstáculos a serem derrubados?
Demonstrar o que não precisa. Nestas redes de poder, das verdades domesticadas, amparadas pelo desejo irreprimível, o que somos?
Não consigo evitar a alusão ao "Surplus", documentário francês já citado em uma postagem. Somos exatamente aquilo? Corpos em profusão, plásticos, descartáveis.

Não estou em uma "onda" cristã. Apenas não quero acreditar que 10 minutos de intercurso anal são mais valiosos que três anos de proximidades, carinhos, afetos e belezas cotidianas.


Olha, assumi minha cafonice.
Essa mania arcádica, mal do século, minha familiariedade com um certo momento da literatura brasileira, deveria ter ficado na oitava série, na mesma gaveta em que deixei "Lira dos vinte anos" de Alvares de Azevedo.

Não que eu reclame do declínio do amor romântico.
Só quero uma abstenção, uma pausa, o meu café roubado da Facomb.